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COP30: Venturus discute como tecnologias emergentes podem ajudar a solucionar desafios globais

Centro brasileiro de tecnologia integrou painel de discussão sobre o avanço responsável da ciência e tecnologia e como elas podem impactar as futuras gerações.

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2025
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min
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Assessoria de Imprensa
Jader Fernandes
Ricardo Morales
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SãoPaulo, novembro de 2025 - O Venturus, centro de ciência e tecnologia brasileiro, fez parte do painel de discussão “Tecnologias Emergentes para o Clima” na COP30, nesta última terça-feira. Daniel Haro, Head de Tecnologias Emergentes do Venturus, participarou do debate com representantes do Geneva Science and Diplomacy Anticipator (GESDA), da Université de Sherbrooke e do Open Quantum Institute (OQI).

Opainel tratou questões fundamentais sobre como garantir que os avanços científicos sejam acessíveis à população e quais os impactos dessas tecnologias para o planeta. Tal discussão se torna relevante em um momento em que inovações como inteligência artificial, computação quântica e biotecnologias avançam rapidamente, exigindo reflexões antecipadas sobre governança, ética e equidade no acesso.

"Precisamos pensar não somente no desenvolvimento dessas tecnologias, mas principalmente em como elas chegarão à sociedade e quais serão suas consequências para o planeta em que vivemos. A antecipação científica nos permite agir com responsabilidade antes que os impactos se tornem irreversíveis", explica Daniel Haro.

A antecipação científica busca identificar tendências tecnológicas antes que se tornem mainstream, permitindo que governos, organizações internacionais e a sociedade civil se preparem para seus desafios e oportunidades. O GESDA, iniciativa do governo suíço e parceiros internacionais, é uma das principais referências mundiais nessa área.

Além do painel na COP30, o Venturus também promoverá um encontro em São Paulo, no dia 14 de novembro, no escritório da IBM, para debater a Computação Quântica sob a ótica da sustentabilidade.

"Trazer essa reflexão em um momento da COP30 é estratégico. Estamos falando de como a ciência pode servir ao desenvolvimento sustentável, mas isso só acontece se pensarmos antecipadamente em questões de acesso, equidade e impacto ambiental", afirma Haro.

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