Como as comunidades tecnológicas funcionam | Venturus

Como as comunidades tecnológicas funcionam

Para que uma empresa funcione bem, muitos fatores devem ser considerados. Um deles, sem dúvidas, diz respeito à integração dos colaboradores para o compartilhamento de conhecimento. Ela é essencial para que crescimento do negócio frente a desafios, assim como para o desenvolvimento profissional e pessoal de seus colaboradores. Pensando nisso, a Venturus criou as chamadas comunidades tecnológicas.

Quer saber mais sobre o funcionamento desse tipo de comunidade e descobrir como elas impactam os resultados da Venturus? Então, continue a leitura e confira as informações passadas por Priscila e Marcelo, que atuam por aqui como gerentes de Educação e de Tecnologia, respectivamente.

Vamos lá!

 

O que são as comunidades tech?

Comunidades são núcleos de pessoas com interesses ou atribuições semelhantes. Aqui, o foco é o aprendizado desses indivíduos que, ao se reunirem, podem trocar dicas, experiências, conhecimentos e fortalecer os laços com os colegas de trabalho, algo que também beneficia fortemente o clima organizacional.

De acordo com os entrevistados, a Venturus decidiu introduzir as comunidades tech na empresa com objetivo de reforçar ainda mais um dos seus pilares organizacionais: a cultura de aprendizado.

A estratégia foi de criar um sistema dinâmico e ágil para produção e compartilhamento de conhecimentos técnicos que gerassem valor para a Venturus e para os Ventureiros e Ventureiras.

Bacana, não é mesmo?

 

Qual é a proposta de uma comunidade tecnológica?

A principal proposta das comunidades tecnológicas é fomentar conhecimento entre as pessoas que fazem parte de um mesmo núcleo dentro da empresa ou, ainda, tenham interesses em desenvolver habilidades em áreas mais específicas.

A troca de experiências e de conhecimento tem um valor inestimável para a empresa e para os colaboradores, fazendo com que todos cresçam juntos e, assim, possam ser muito mais produtivos e engajados no próprio trabalho naquele ambiente.

 

As Comunidades Tecnológicas são grupos de estudos colaborativos

As Comunidades Tecnológicas são grupos de estudos colaborativos

 

Além disso, o clima organizacional é melhorado, já que todos podem se engajar em relacionamentos mais profundos e conhecerem melhor o estilo de trabalho uns dos outros. Com isso, os clientes também saem ganhando, pois recebem projetos muito mais interessantes e com a visão de diversas pessoas. Assim, a inspiração dos colaboradores se torna maior, a partir da troca constante.

 

Quais são os benefícios desse tipo de comunidade?

Alguns dos benefícios desse tipo de estratégia são:

  • promoção do engajamento da equipe;
  • aumento do conhecimento dos envolvidos;
  • inspiração para novos projetos;
  • realização de projetos mais adequados às expectativas do cliente;
  • atualização constante;
  • aprendizado voltado à prática, entre outros.

Além disso, como mencionado, os encontros promovidos nas comunidades tech ajudam os envolvidos a melhorarem o relacionamento em equipe, fazendo com que a conversa seja mais fluida e a comunicação otimizada entre pessoas de vários setores. Isso diminui os ruídos e faz com que os resultados sejam mais adequados às expectativas.

 

Quais são os tipos de comunidade que existem na Venturus?

De acordo com Priscila e Marcelo, há 14 comunidades tecnológicas na Venturus. Elas são:

  • Android;
  • Data Science;
  • iOS;
  • Node;
  • QA;
  • React;
  • UI;
  • Visão Computacional;
  • .Net;
  • Java;
  • Design OPS;
  • Cloud;
  • Cybersecurity;

Além destes grupos com foco em tecnologias, há outras comunidades e células, como a de Soft Skill, a de Liderança e a de Design. Praticamente todos os setores da empresa possuem seus próprios grupos e há espaço para ainda mais crescimento.

 

Como as comunidades funcionam na prática?

As comunidades funcionam a partir de encontros ministrados a cada 15 dias entre os membros inscritos. Esses encontros podem vir na forma de tech talks, grupos de estudos, minicursos, bootcamps, interação no WorkPlace e muito mais.

As reuniões são oferecidas, em boa parte, via plataforma Teams. Cada uma delas traz um tema exclusivo, que é decidido pelos membros em conjunto. Assim, é gerada uma lista entre todos os participantes e os temas são excluídos à medida que se tornam pauta nos encontros.

Durante as reuniões, a ideia é que todos participem, trazendo a sua visão sobre o tema abordado ou, ainda, alguma experiência pessoal que possa enriquecer o debate, fazendo com que os presentes se inspirem e passem a conhecer melhor o assunto. Assim, os projetos, ainda que individuais, passam a ter a cara da “Venturus”.

Além disso, há apresentações que visam levar informação e gerar discussões que façam com que os membros se atualizem e reflitam sobre os desafios e as inovações da tecnologia no cenário atual. E o mais legal é que as comunidades podem fazer apresentações em outros núcleos, fazendo com que todos se conheçam melhor.

 

Como é dividida a parte da gestão?

Toda a hierarquia das comunidades é muito bem definida, ainda que não seja uma relação de poder, mas, sim, uma organização para que o fluxo não fique obstruído por ruídos na comunicação.

De acordo com os gerentes da Venturus, cada comunidade tem um Chapter Leader e dois apoios, que têm como principais responsabilidades:

  • garantir a definição de estratégias para a comunidade;
  • promover os debates;
  • acompanhar as demandas dos membros, ter ideias para atendê-las, entre outros.

Para uma melhor gestão e uniformidade na condução e na preparação das ações de todas as comunidades, há uma reunião mensal entre todos os Chapter Leaders, na qual eles fazem a prestação de contas do seu roadmap, trocam as melhores práticas, tiram dúvidas e alinham tudo o que é discutido e/ou feito na sua comunidade.

 

É difícil participar das comunidades tech na Venturus?

Não, o processo de participação das comunidades é aberto a todos os funcionários. Em alguns casos, até mesmo pessoas de grupos distintos podem participar, desde que tenham interesse pelo tema abordado nos encontros.

De acordo com os entrevistados, toda comunidade tem um grupo no Workplace, a rede social interna da Venturus. Sendo assim, basta que o membro interessado acesse a comunidade desejada, se inscreva e participe dos encontros agendados. Simples assim!

Gostou de descobrir como o conceito de comunidade tecnológica é abordado na Venturus? Esperamos que sim! Esse tipo de estratégia é extremamente vantajosa para as empresas e tem trazido resultados bem interessantes para o nosso dia a dia corporativo.

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